29 de mar. de 2010

Engenheiros usam tecnologia de F1 em bike

Bf1 systems, que faz chassis de F1, venderá a Factor 001 em abril. Custando US$ 34 mil, aproximadamente R$78 mil reais, ela conta com aparatos jamais vistos em bicicletas

Trazendo a tecnologia dos carros de corrida para mais perto da nossa realidade (mas ainda muito longe), os engenheiros da Fórmula 1 criaram uma bicicleta que, de convencional, só tem o formato. Desenvolvida fora dos padrões regulamentados pela UCI (União Internacional dos Ciclistas), o órgão gestor do esporte, a bike tem de tudo para ser a mais avançada tecnologicamente do mundo. A Factor 001 possui diversos dispositivos eletrônicos integrados para fornecer as principais informações necessárias para o ciclista, desde frequência cardíaca e temperatura da pele a pressão atmosférica e umidade do ambiente. O sistema correlaciona os dados biométricos do passeio, os dados físicos da bicicleta e os dados meteorológicos e faz uma análise em tempo real. Antes, isso só era possível em laboratório. Todas as informações são gravadas por um computador e podem ser usadas em seguida para estudos e comparações. A bike também possui um sistema de GPS integrado, que rastreia a posição geográfica do usuário e o ajuda a chegar ao local desejado. Tudo isso é visualizado em uma tela touchscreen montada no guidão. Além disso, os freios são de cerâmica e são acionados hidraulicamente, deixando as frenagens mais precisas. 

Fisicamente, a Factor 001 não difere muito das bicicletas tradicionais. E isso é espantoso, já que tanta tecnologia prevê fios, cabos de controle, baterias, tudo aparente. Mas seus componentes são bastante sofisticados e bem integrados ao corpo da bike, o que dá a ela uma aparência limpa e organizada.
Alegando que cada atleta é diferente do outro, a bf1systems – empresa que projeta e executa a parte eletrônica e de chassis da F1 – vai confeccionar a bicicleta sob medida para o comprador e com suas preferências no design, como a possibilidade de ter seu nome gravado no guidão.

Além de tudo, ela é quase toda feita de fibra de carbono. O material a torna mais leve – pesa apenas sete quilos –, além de mais rígida e durável do que as bicicletas convencionais, geralmente feitas de aço ou alumínio.
Este fator, associado a todas as tecnologias da Factor 001 – e, é claro, ao peso do nome Fórmula 1 – deu ao produto um valor altíssimo de venda: US$ 34.000. A bike vai começar a ser comercializada em abril deste ano, para um número seleto de compradores. 

 

Fonte: Revista Galileu

27 de mar. de 2010

Como regular câmbio traseiro



Bom segue este video de como regular um câmbio traseiro, é claro que o video tem como referência um câmbio Shimano XTR, e está em castelhano mas da pra se ter uma boa idéia de alinhamento de corrente/câmbio e das regulagens e limitações do mesmo.

23 de mar. de 2010

Tombos de bike!


É o seguinte: Se você pedala, com certeza, já caiu ou vai cair!
Este video é uma homenagem a todos os ciclistas que já capotaram na vida!

17 de mar. de 2010

Inspired Bicycles (FREE RIDE)

 Para aquele grupinho seleto que gosta de ver a galera pulando que nem doidos pela city, assista
um trecho deste video e tire suas próprias conclusões.

16 de mar. de 2010

Transmissão - Quando trocar a corrente, o cassete e as coroas

Quando mudar a corrente ? Essa é uma questão polêmica, mas o que ninguém discorda é de sua importância. Deixar de trocar a corrente na hora certa pode inutilizar suas coroas e cassete precocemente, pesando no seu bolso.

Uma das polêmicas na questão é saber quando se deve trocar a corrente. Muita gente usa a regra geral dos "1000 km", ou seja, trocar a corrente de mil em mil quilometros. O grande problema é que a durabilidade não depende somente da quantidade de uso, mas também das condições de uso e manutenção. Ou seja, se a corrente foi usada sem limpeza/lubrificação e/ou condições severas como lama, as coisas mudam.

Frank, mecânico chefe da Shimano, diz que se deve ter como base 1000 a 1500 quilometros. Porém, a maneira correta de ter certeza é medindo o alongamento da corrente. Esse alongamento, ao contrário do que muitos pensam, ocorre pelo desgaste dos pinos e não pelo alongamento das laterais da corrente.

Considerando uma configuração inicial de uma corrente, cassete e coroas novos:

- Ao medir, se a corrente tiver de 0,5% a 0,7% esticada (além do tamanho original), é preciso trocá-la. Se você trocar a corrente que estiver nessa faixa de desgaste, não será preciso trocar o cassete nem as coroas. Poderá usar outra corrente. Porém, ao trocar novamente a corrente, será preciso trocar apenas o cassete. Ou seja, dá para usar duas correntes antes de trocar o cassete.

- Se não passar dos 0,5%, dá para usar 3 correntes antes de trocar o cassete.

- Se a corrente passar dos 0,7%, é preciso trocar a corrente e cassete da primeira vez! É recomendado trocar a corrente quando ela atinge 1%. Além dessa medida existe risco de falha (ruptura ou desregulagem da transmissão).

- As coroas tem durabilidade diferente. Há quem recomende trocá-las depois de trocar 3 cassetes, mas muita gente só troca se tiver realmente dando problema, pois é fácil de perceber.

:: Como medir o desgaste

Existem ferramentas especiais para se medir o desgaste da corrente. Porém, alguns especialistas não recomendam o uso, por terem tido imprecisões e diferenças nessas medidas.

Uma outra maneira, mais caseira, é ter guardada uma corrente nova, uma corrente com desgaste de 1% e uma corrente com desgaste de 0,5%. Aí basta retirar a corrente a ser medida e comparar com as demais, deixando todas penduradas. Todas devem ter o mesmo número de elos, claro.

Mas ainda fica uma questão: como saber se a corrente está a 1% ou 0,5% esticada ? Aí entra uma medida padrão da industria: 24 elos devem medir 12 polegadas (30,4 cm). Ou seja, uma corrente de 24 elos, com 1% de alongamento, terá 3mm a mais e uma a 0,5% terá 1,5mm a mais.

Para facilitar essa medida, que tem precisão de milimetros, é melhor usar 96 elos para as correntes de comparação. Assim, a corrente nova terá 121,5 cm, a corrente com 1% terá 12 mm a mais (122,7 cm) e a corrente com 0,5% terá 6 mm a mais (122,1 cm).

Medidas tão pequenas parecem não influenciar, mas são elas as responsáveis por você poder economizar na sua troca de transmissão. Quem define a troca do cassete é a corrente! Ela que é responsável pelo desgaste. Então é mais barato trocar a corrente antes dela esticar demais.

A correta lubrificação da corrente ajuda a evitar esse desgaste, diminuindo o alongamento da corrente. Veja nossos artigos sobre lubrificação para mais detalhes.

Fonte: pedal