18 de mai. de 2010

Trilha Pulinópolis


Visualize em melhor qualidade pelo youtube

25 de abr. de 2010

10 desculpas esfarrapadas!

Esse artigo é muito bom, não só pra quem pedala, mas pra todos os esportes!
Abaixo o sedentarismo!!

1. Eu não tenho tempo!

Ninguém tem tempo. O tempo não pertence a ninguém. Tempo a gente faz ou desfaz dentro das nossas cabeças. Se você é daqueles que passa horas por dia na frente do computador (gastando sua vista com joguinhos, visitando site de mulher pelada - ou homem pelado, porque ninguém tem nada a ver com isso - batendo papo com amigos que você nunca viu), assiste telenovela, fala horas ao telefone, faz nove refeições por dia... Se liga! Basta trocar esse tempo perdido por aventura. No final, você não vai se arrepender.
Então, não me venha com ESSA desculpa!

2. Eu não tenho companhia!

"Meus amigos não curtem aventura!" – essa é uma desculpa que ouço direto! Fácil de resolver – troque de amigos! Não é piada. Se você começar uma atividade de aventura (pedalar, escalar, caminhar, remar, por exemplo), vai conhecer gente diferente e acabar fazendo novos amigos. Quem sabe seus velhos companheiros de Internet, suas amigas de cerveja e pizza, não se animam e vão contigo descer um rio em um bote de rafting? Se as amigas insistirem, elas podem até levar a revista Caras dentro do bote.

3. Estou sem grana!

Você já viu pedágio na curva de uma trilha? Já viu roleta flutuando num rio? E cobrador amarrado numa rocha? Eu ainda não. Aventura é uma das atividades mais baratas que existe, e quem disser o contrario merece dez chibatadas! Tem gente por aí que pensa que aventura é sinônimo de equipamento, e para caminhar em volta de uma árvore o cara compra um GPS! Fique esperto! Com um tênis velho e uma mochila remendada você já pode virar o rei do trekking! Eu já vi gente correndo provas de aventura de tênis Bamba, já vi escalador fera de Ki-chute e já perdi muita corrida de MTB para ciclista com bike de supermercado!

4. Não sei por onde começar!

Pelo começo, óbvio. Que tal começar perguntando a alguém do ramo? Que tal perguntar para mim? Ó eu aqui! Hoje em dia, com a Internet, ninguém tem o direito de dizer "eu não sabia!" – não sabia porque não quis saber! Nenhuma atividade básica de aventura exige diploma, babá, guarda-costas ou sei lá o que. Quem quiser estudar, ler profundamente a respeito, ótimo, aproveite a oportunidade. Quem não puder ou não quiser, comece seguindo quem sabe. A maioria das trilhas, rochas, rios e matas pertencem a todos nós, são propriedade pública. E o que é propriedade particular normalmente está aberto a todos, com ou sem taxa de uso, é só pedir licença, abrir a porteira e entrar. Só não se esqueça de fechar a porteira depois, se não as vacas fogem...

5. Eu não tenho carro!

Bom, se você quer fazer o Rally dos Sertões, então isso é um problema! Mas se você diz que não tem carro e, por isso, não faz trekking, não anda de bike ou não escala, então você nunca conheceu meu amigo Bill. O Bill é mountain biker das antigas que nunca teve um carro. Na verdade ele nunca comprou uma bicicleta! Ele sempre usou aquilo que os amigos emprestavam, ou cansavam de emprestar a acabavam dando de presente para ele. O cara tem um currículo com centenas de corridas em todo lugar do mundo, sempre viajando de carona. Então, faça como meu amigo Bill, e se vire!

6. Minha namorada (ou namorado) não deixa!

Já pensou em trocar de namorada ou namorado? Ou, menos radical, que tal encontrar soluções amigáveis e flexíveis? Minha mulher não pedala, por exemplo, enquanto eu pedalo até nos meus sonhos. Quando nós viajamos eu acordo bem cedo para pedalar, enquanto ela faz as coisas dela, pratica yoga, caminha, etc., eu volto antes do almoço e a gente passa o resto do dia juntos. Sem estresse. Se vamos a uma pousada, escolhemos sempre um lugar que agrade a ambos e mantemos o acordo inicial – as manhãs pertencem à bicicleta, as tardes e as noites ao casamento. O ideal é tentar incentivar o cônjuge a fazer aventura também, mas se não funcionar, basta os dois serem um pouco flexíveis para a aventura virar parte integrante do relacionamento. Ou isso ou entre num acordo: você entra com a botina nova e ele, ou ela, entra com a bunda velha!

7. Estou muito fora de forma!

Em geral essa desculpa vem acompanhada de "e não tenho tempo de treinar" ou "e não tem lugar para treinar perto da minha casa". Então, para completar, a pessoa liga a TV e faz mais um sanduíche de atum com geleia de morango. Em primeiro lugar, estar em forma não significa ter o corpo do Arnold Schwartznegger, nem correr uma maratona por semana. Caminhar ao ar-livre é um esporte de aventura que requer pouco preparo físico e qualquer um pode treinar andando pela cidade. Ah, vai dizer que você nunca pensou nisso? O Julio Fiadi, primeiro brasileiro a chegar caminhando o último grau de latitude nos dois pólos da Terra, treinava caminhando pelos bairros do Pacaembú, Perdizes e Sumaré, em São Paulo. E ele ainda arrastava dois pneus de carro amarrados à cintura, para simular o trenó que ele puxaria nos Pólo Norte e Sul!

8. Preciso do equipamento ideal!

O que você chama de "equipamento ideal"? Um veículo 4x4 Hummer? Um capacete espacial com visão noturna infravermelha, GPS, bússola digital e telefone via satélite acoplados? O Brad Pitt ou a Britney Spears carregando sua mochila? Bom, eu também quero tudo isso, mas, sinceramente, não preciso de nada disso! Pense nos escoteiros, que há anos fazem todo tipo de aventura usando o equipamento mais básico que existe. No mundo inteiro escotismo é sinônimo de escola de aventura e o material que eles mais usam ainda é a lona! Nada de Gore-tex, Cordura-plus, fibra de carbono e sei lá mais o que! Quem pode ter o melhor, que tenha; quem não pode, vai fazer aventura do mesmo jeito... Só não vai sair tão bonito na foto.

9. Acho tudo muito perigoso!

Se você mora na Suíça, em frente do lago de Genebra, então tudo é realmente muito perigoso fora do seu bairro. Mas se você vive no Brasil, então repense essa desculpa. Tem gente pegando dengue em Copacabana, sendo seqüestrado na avenida Paulista, pisando em cocô de rato no Savassi, em Belo Horizonte! Então onde está o perigo? Eu acho mais perigoso atravessar uma rua sem semáforo do que escalar a Pedra do Baú; acho mais perigoso ficar preso dentro de um carro num engarrafamento do que dormir no mato; acho mais perigoso tomar chuva na cidade grande (que é ácida e tóxica) do que me jogar numa cachoeira. O perigo está em todo o lugar, mas o maior perigo é ficar trancado dentro de casa com medo.

10. Tenho preguiça!

Ah, eu também! Todo mundo tem preguiça! Uns mais, outros demais! Mas sempre que percebo que a preguiça está ganhando o jogo, lembro do prazer que é subir uma montanha com a força das minhas pernas, chegar lá em cima e respirar o ar fresco e frio, olhar em torno e ver o mundo, sentir o cansaço dando espaço à satisfação, sentir orgulho por estar lá em cima e fazer parte de toda aquela grandeza. Depois eu sempre penso no que eu estaria fazendo se tivesse deixado a preguiça dar a palavra final... Dá vontade de rir!


As melhores coisas da bike!

Selecionei algumas coisas que me motivam a pedalar. E com certeza, motivam todos os "pedalantes"...

1-Acordar cedinho pra pedalar, antes de todo mundo acordar

2-Apostar e ganhar de outras categorias.
Por exemplo, numa subida asfaltada andando de mountain bike (ou monta como
preferem os paulistas), dar coro nos caras de bicicleta de estrada. Ou o
inverso, em um trecho de areia o lama você de estrada deixa para trás o cara
de mountain bike.

3-Se perder.
Sair para girar sozinho em "terras estranhas", se perder e conseguir achar o
caminho de volta...

4-Água .
O que nós damos pouco valor no dia a dia, ganha a sua real importância
quando acaba antes do treino e bate o desespero... .
Aí vem um empréstimo salvador de uns goles da caramanhola de um companheiro

5-Loja de Bicicleta.
Você abre a porta e sente aquele cheiro mágico de pneus, lycra e óleo!
Quadros, roupas, acessórios. Tudo meio amontoado, em uma ordem única.
Revistas de ciclismo nas bancadas, fotos de grandes atletas nas paredes.
Na oficina o trabalho paciente, artesanal e quase artístico nas nossas
bicicletas.
Em 1862, quando os irmãos Michaux converteram a sua loja de carruagens em
uma loja de bicicleta, começou esta genial tradição. Durante muito tempo
eles faziam as suas próprias bicicletas, numa tradição que segue até hoje em
algumas lojas na Europa! Mesmo nos Estados Unidos, onde ciclismo não é
grande coisa, existem hoje 5,300 lojas!
Vale a pena agradar os donos das lojas pois eles serão fundamentais na sua
vida. Além dos parafusos e componentes, algo mais define o que cada um chama
de A SUA LOJA. É algo como um bar, escola, praça, academia, ou mesmo um
templo. Melhor ainda, a sua casa!

6-Aromas .
Cheiro de mato, aslfato, lama de chuva recente, pneus novos e até de um gole
de Gatorade no meio do pelote...

7-Sprintar, e conseguir fugir dos cachorros.

8-O dia em que você finalmente se convence que não fica ridículo de
bermuda justa e camisa colorida. Ou ainda, com capacete na cabeça

9-Continuar a pedalar depois que a chuva aperta, se transformando em um
temporal

10-Camisas de equipes . Muitas vezes de gosto duvidoso, estão acimas das
modas, e talvez por isto mesmo mereçam serem usadas.

11-Tecnologias que o ciclismo deu ao mundo. O pneu não maciço (câmara ou
tubular), foi inventado pelo John Dunlop, para uso no triciclo do seu filho.
Os rolamentos por E.A. Cowper.

12-Ver um nascer do Sol fantástico, que você não veria se a preguiça
tivesse vencido e você não saísse para treinar .

13-Ensinar uma criança a andar de bicicleta ou, a um amigo o que
REALMENTE é andar de bicicleta

14-Aquela cara de espanto dos não ciclistas quando você responde à
pergunta de quanto já rodou, seja em um bar ou no meio da
estrada.

15-Pernas.
É simplesmente a mais elegante "máquina" do nosso corpo. A transição de
inveja para admiração toma tempo e kilometragem. Independente do status
social, econômico ou mesmo intelectual, uma perna "rodada" é admirável. Se
for feminina tanto melhor.
Existe uma lenda da motologia nórdica, que ensina o que acontece quando você
não pode julgar os outros pelas suas pernas.
Odin, o chefe do Deuses, uma vez prometeu um marido para Skade, uma Deusa
deslumbrante e de grande talento. Odin reuniu todos os Deuses para que Skade
escolhesse o seu par. Naquele momento surgiu uma névoa que encobriu as
pernas de todos eles. Skade que tinha lindas e poderosas pernas, procurava
pela mesma característica. Em não conseguindo ver as pernas, acabou
escolhendo Njord por outros critérios. Eles se casaram e Njord a levou para
o continente, em um lugar de muitas gaivotas barulhentas que levaram Skade à
loucura. Ela acabou abandonando Njord para ser solitária com as suas pernas,
se tornando a Deusa dos caçadores e esquiadores.
Com certeza escolheu proteger os caçadores e esquiadores, porque a bicicleta
ainda não havia sido inventada

16-Subidas.
Bobos mortais que somos. Como Ícaro subimos em direção ao Sol, não com asas
de cera mas com esperança e atitutde. Nós nunca chegamos lá, nem mesmo
perto. Apesar de que de vez em quando damos sorte e sentimos o cheiro das
nuvens.
É a nossa arrogância que nos faz subir montanhas? Curiosidade? Porque nos
faz sentir tão bem quando chegamos no topo? Nossa fome de força e adrenalina
na descida a 70 km/h? No coração do esporte está o sofrimento.
Não apenas a tolerancia, mas principalmente a negociação com a dor. E, nada exige mais capacidade de negociação com a dor do que uma subida sofrida.
Talvez haja algo de errado conosco, os ciclistas. Ou talvez algo muito certo!

17-Ter uma bicicleta que vale mais do que um carro
(Não espalhem!!)

18-Velocidade
60 km/h na chegada, 70 km/h na descida, 15 km/h nas subidas, 25 km/h no
plano com um forte vento contra...
Velocidade não é um número mas uma sensação. E, como sensação é relativa.
Descer o Alto a 70 km/h e diminuir para 50km/h antes das curvas pode parecer
insano. Mas como já disse Einstein tudo é relativo. Ao girar a 50km/h, o seu
quadro está na mesma velocidade. Porém para o cara que está a 48km/h e vai
sobrando, você está a 2km/h.
De qualquer forma a sensação é ótima!

19-Cair de bobo.
Embaraçoso e rídiculo, pode acontecer em uma parada distraída no sinal, uma
freiada repentina ou uma subida em que a velocidade vai caindo, caindo... .
De qualque forma nos lembra que o chão está perto e certas bobeiras tem
resultados inevitáveis!

20-Trilhas. Apesar dos tombos e lama, o prazer de cruzar uma trilha de
terra ou mesmo barro jamais vai envelhecer.

21-Grupo Shimano XTR (Mountain Bike).
Boa escolha de nome e constante evolução. Amado por quem roda nas trilhas.

22-RISCO
O que que você estava fazendo no meio daquele sprint com 20 caras balançando
no limite do controle? Ou na descida do Alto à 60km/h, fugindo dos buracos e
dos carros?
Porquê pedalar ao invés de jogar golfe? Bem claro que qualquer um pode ser
atingido por um raio, mas a adrenalina e o risco associados existem em
poucos esportes chamados adultos.
Ciclistas correm atrás do risco. Qualquer atividade que precise de um
capacete já disse a que veio.
Mas, quando você vence o medo, supera a você mesmo de uma forma única, como
se fosse elevado a uma outra dimensão que você não alcança na maior parte
dos dias. Esse ciclo vicia e pode até matar se você passar a ignorar o "frio
da barriga".
Conviver com o RISCO e superá-lo, é genial !!!

Retirado e adaptado de: www.pedal.com.br/forum




Humor: Lei de Murphy no ciclismo!

1- Você *nunca* vai lembrar de que, não importa o quanto vá, você vai ter que voltar.
2- O vento sempre está contra você na subida.
3- Atropelamento de ciclistas dá mais pontos porque eles voam mais longe. Só perde pra velhinhas.
4.1- Aquela vaca daquela perua loira naquele Citroën Picasso - não vai te ver antes de quase te jogar em cima de uma lixeira.
4.2- Na realidade, ela não vai nem olhar, nem dar seta e, se bobear, vai estar falando no celular.
4.3- Não, não vai dar tempo de você arrebentar o espelhinho dela porque você estará lutando pela sua vida, mas ela deverá ouvir alguma coisa estranha sobre a mãe dela.
5.1- There will always be dogs.
5.2- Eles correm.
5.3- Eles mordem.
5.4- Os donos juram que não.
6.1- Não beba mais água do que você pode suar pois não dá pra mijar da porta do banheiro.
6.2- Não, você não pode entrar no banheiro com uma bicicleta.
6.3- NÃO! Aquilo é para deficientes físicos, cadeira de rodas, sua ameba!
7- Isso aí na sua testa é sal. Não! Não esfregue, lave!
8.1- Tá vendo aquele garotinho de motoca? Ele vai virar em cima de você, olha só. BINGO!
8.2- O pai dele *é* maior que você, portanto desvie.
9.1- Ah, a perna tá doendo? Quem mandou morar no topo do morro.
Pra sair foi bom, não foi? Se fodeu.
9.2- Sim, existem mais subidas que descidas. Embora improvável, tenho certeza.
10- Não obstante, é bom pra caramba!

23 de abr. de 2010

Suporte para bike

Segue ai uma invenção minha, como gosto de estar sempre
fuçando na minha bike, criei um suporte de parede. Andei
vasculhando pela net afora vários tipos de suporte,
alguns bem legais outros menos, mas todos com preços altos.
E ai não rola né pessoal, então resolvi criar o meu próprio rs.
Utilizei uma chapa de aço 3mm, um cano que serviu
de base para fixação na parede, e o restante foi o que ja tinha
em casa, pois aqui tem praticamente uma oficina, rsrs pai
mecânico é isso que dá. Fiz um protótipo em folha
de sulfite com as medidas das dobras e tamanho das chapas,
feito isso passei meu protótipo para a chapa. Depois cortei todas,
e dobrei todas na morça e na marreta até chegar na forma que eu
queria. Após isso testei tudo, lixei e pintei com bombinha de veneno
dessas compradas em supermercado (aquelas amarelinhas) rs.
Depois postarei ele instalado e com uma minha bike pendurada para
vocês terem uma noção de como ficou.
É isso ai pessoal quem queiser alguma dica de como fiz mande-me um email.
Até a próxima...

1 de abr. de 2010

Evitando dores nas pedaladas


Veja algumas dores que podem surgir durante a pedalada e como dar um jeitinho nelas. Muitas são simplesmente uma questão de regulagem da bicicleta.

  • Se você sentir após um tempo de pedaladas desconforto ou queimação nos pés, pare e solte um pouco o cadarço do tênis ou as tiras da sapatilha. O desconforto é devido ao inchaço dos pés, sobretudo nos dias quentes. Você também pode caminhar por uns metros para estimular a circulação sangüínea nesta área.
  • Dores no tendão de Aquiles podem ser o sinal de um selim demasiado baixo. Com o selim baixo você é forçado a pedalar com o pé na horizontal, forçando assim o tendão. Com o selim um pouco mais para cima, seu pé trabalhará inclinado para a frente aliviando a tensão no tendão de Aquiles.
  • Dores no pescoço, quando você segura na parte de baixo do guidão em uma bike speed, podem ser o sinal de um guidão muito baixo. Levante-o até que fique uns três ou cinco centímetros mais baixo que a ponta do selim.
  • Se você sente dores na região lombar (parte inferior das costas) muitas vezes é sinal que você precisa fortalecer os músculos do abdômen. Um abdômen flácido, sobrecarrega a região lombar ao pedalar. Para isso, somente exercícios abdominais resolvem.
  • Dores nos braços (tríceps) durante a pedalada podem ser um sinal que sua mesa está muito longa.
  • Dores nos ombros, em contrapartida, podem ser sinal de uma mesa muito curta.
  • Formigamento e dormência nas mãos são facilmente resolvidos se você relaxar e não apertar com exagero a mão na manopla. De tempos em tempos, tire a mão do guidão e agite-a ou faça movimentos para ajudar na circulação. Isso resolve!
  • Dores nos dedos das mãos após um longo trecho freando em trilha de downhill são normais. Tão logo possível, faça uns movimentos com as mãos que a dor passará.
  • Evite dores no pescoço movimentando sua cabeça de tempos em tempos para um lado e para outro, e também encostando sua cabeça no seu peito. Faça esses movimentos especialmente quando estiver pedalando na parte baixa do guidão de uma speed. Essa pequena ginástica também é válida para cicloturistas e mountain bikers.
  • Dores e fisgadas após a pedalada, na parte de trás da panturrilha e na parte de fora do joelho, podem ser sinal de um taquinho mal regulado. Vá a uma boa oficina de bikes e peça ajuda ao mecânico para achar a melhor posição para você.
  • Após um passeio ou treino forte, faça pelo menos 10 minutos de giro leve com sua bike e evite as subidas. Isso ajuda a evitar a queimação nas pernas pós exercício. Alongamentos bem feitos antes e depois da pedalada são a chave para evitar muitas dessas dores.
  • Alongue não somente os membros inferiores (pernas) mas também costas, braços, ombros, pescoço e até mesmo as mãos. Se não conhecer os tipos de alongamentos, peça ajuda a um professor de educação física. Caso as dores persistam e não se resolvam com ajustes na bike, procure orientação médica.


Fonte: Webventure

29 de mar. de 2010

Engenheiros usam tecnologia de F1 em bike

Bf1 systems, que faz chassis de F1, venderá a Factor 001 em abril. Custando US$ 34 mil, aproximadamente R$78 mil reais, ela conta com aparatos jamais vistos em bicicletas

Trazendo a tecnologia dos carros de corrida para mais perto da nossa realidade (mas ainda muito longe), os engenheiros da Fórmula 1 criaram uma bicicleta que, de convencional, só tem o formato. Desenvolvida fora dos padrões regulamentados pela UCI (União Internacional dos Ciclistas), o órgão gestor do esporte, a bike tem de tudo para ser a mais avançada tecnologicamente do mundo. A Factor 001 possui diversos dispositivos eletrônicos integrados para fornecer as principais informações necessárias para o ciclista, desde frequência cardíaca e temperatura da pele a pressão atmosférica e umidade do ambiente. O sistema correlaciona os dados biométricos do passeio, os dados físicos da bicicleta e os dados meteorológicos e faz uma análise em tempo real. Antes, isso só era possível em laboratório. Todas as informações são gravadas por um computador e podem ser usadas em seguida para estudos e comparações. A bike também possui um sistema de GPS integrado, que rastreia a posição geográfica do usuário e o ajuda a chegar ao local desejado. Tudo isso é visualizado em uma tela touchscreen montada no guidão. Além disso, os freios são de cerâmica e são acionados hidraulicamente, deixando as frenagens mais precisas. 

Fisicamente, a Factor 001 não difere muito das bicicletas tradicionais. E isso é espantoso, já que tanta tecnologia prevê fios, cabos de controle, baterias, tudo aparente. Mas seus componentes são bastante sofisticados e bem integrados ao corpo da bike, o que dá a ela uma aparência limpa e organizada.
Alegando que cada atleta é diferente do outro, a bf1systems – empresa que projeta e executa a parte eletrônica e de chassis da F1 – vai confeccionar a bicicleta sob medida para o comprador e com suas preferências no design, como a possibilidade de ter seu nome gravado no guidão.

Além de tudo, ela é quase toda feita de fibra de carbono. O material a torna mais leve – pesa apenas sete quilos –, além de mais rígida e durável do que as bicicletas convencionais, geralmente feitas de aço ou alumínio.
Este fator, associado a todas as tecnologias da Factor 001 – e, é claro, ao peso do nome Fórmula 1 – deu ao produto um valor altíssimo de venda: US$ 34.000. A bike vai começar a ser comercializada em abril deste ano, para um número seleto de compradores. 

 

Fonte: Revista Galileu

27 de mar. de 2010

Como regular câmbio traseiro



Bom segue este video de como regular um câmbio traseiro, é claro que o video tem como referência um câmbio Shimano XTR, e está em castelhano mas da pra se ter uma boa idéia de alinhamento de corrente/câmbio e das regulagens e limitações do mesmo.

23 de mar. de 2010

Tombos de bike!


É o seguinte: Se você pedala, com certeza, já caiu ou vai cair!
Este video é uma homenagem a todos os ciclistas que já capotaram na vida!

17 de mar. de 2010

Inspired Bicycles (FREE RIDE)

 Para aquele grupinho seleto que gosta de ver a galera pulando que nem doidos pela city, assista
um trecho deste video e tire suas próprias conclusões.

16 de mar. de 2010

Transmissão - Quando trocar a corrente, o cassete e as coroas

Quando mudar a corrente ? Essa é uma questão polêmica, mas o que ninguém discorda é de sua importância. Deixar de trocar a corrente na hora certa pode inutilizar suas coroas e cassete precocemente, pesando no seu bolso.

Uma das polêmicas na questão é saber quando se deve trocar a corrente. Muita gente usa a regra geral dos "1000 km", ou seja, trocar a corrente de mil em mil quilometros. O grande problema é que a durabilidade não depende somente da quantidade de uso, mas também das condições de uso e manutenção. Ou seja, se a corrente foi usada sem limpeza/lubrificação e/ou condições severas como lama, as coisas mudam.

Frank, mecânico chefe da Shimano, diz que se deve ter como base 1000 a 1500 quilometros. Porém, a maneira correta de ter certeza é medindo o alongamento da corrente. Esse alongamento, ao contrário do que muitos pensam, ocorre pelo desgaste dos pinos e não pelo alongamento das laterais da corrente.

Considerando uma configuração inicial de uma corrente, cassete e coroas novos:

- Ao medir, se a corrente tiver de 0,5% a 0,7% esticada (além do tamanho original), é preciso trocá-la. Se você trocar a corrente que estiver nessa faixa de desgaste, não será preciso trocar o cassete nem as coroas. Poderá usar outra corrente. Porém, ao trocar novamente a corrente, será preciso trocar apenas o cassete. Ou seja, dá para usar duas correntes antes de trocar o cassete.

- Se não passar dos 0,5%, dá para usar 3 correntes antes de trocar o cassete.

- Se a corrente passar dos 0,7%, é preciso trocar a corrente e cassete da primeira vez! É recomendado trocar a corrente quando ela atinge 1%. Além dessa medida existe risco de falha (ruptura ou desregulagem da transmissão).

- As coroas tem durabilidade diferente. Há quem recomende trocá-las depois de trocar 3 cassetes, mas muita gente só troca se tiver realmente dando problema, pois é fácil de perceber.

:: Como medir o desgaste

Existem ferramentas especiais para se medir o desgaste da corrente. Porém, alguns especialistas não recomendam o uso, por terem tido imprecisões e diferenças nessas medidas.

Uma outra maneira, mais caseira, é ter guardada uma corrente nova, uma corrente com desgaste de 1% e uma corrente com desgaste de 0,5%. Aí basta retirar a corrente a ser medida e comparar com as demais, deixando todas penduradas. Todas devem ter o mesmo número de elos, claro.

Mas ainda fica uma questão: como saber se a corrente está a 1% ou 0,5% esticada ? Aí entra uma medida padrão da industria: 24 elos devem medir 12 polegadas (30,4 cm). Ou seja, uma corrente de 24 elos, com 1% de alongamento, terá 3mm a mais e uma a 0,5% terá 1,5mm a mais.

Para facilitar essa medida, que tem precisão de milimetros, é melhor usar 96 elos para as correntes de comparação. Assim, a corrente nova terá 121,5 cm, a corrente com 1% terá 12 mm a mais (122,7 cm) e a corrente com 0,5% terá 6 mm a mais (122,1 cm).

Medidas tão pequenas parecem não influenciar, mas são elas as responsáveis por você poder economizar na sua troca de transmissão. Quem define a troca do cassete é a corrente! Ela que é responsável pelo desgaste. Então é mais barato trocar a corrente antes dela esticar demais.

A correta lubrificação da corrente ajuda a evitar esse desgaste, diminuindo o alongamento da corrente. Veja nossos artigos sobre lubrificação para mais detalhes.

Fonte: pedal

18 de dez. de 2009

BIKE pela Rota da Morte

É isso mesmo que vocês estão lendo, uma louca e mais cheia de adrenalina que essa é bem dificil de se encontrar. O título mortal dessa estrada de terra escorregadia e com centenas de curvas fechadas foi dado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Mas os riscos não são recentes e começaram bem antes de ônibus lotados de passageiros despencarem em profundos abismos.

Ciclista dá suas primeiras pedaladas em trecho asfaltado da famosa 
Estrada da Morte, na Bolívia.

                                                                       Leia mais

5 de nov. de 2009

Sram Vs Shimano

Pra quem usa Sram(MIKE) concerteza não se arrepende da compra...
se for comprar compre SRAM...